Més que un partit

Simplesmente, mais que uma partida. Foi o Barcelona-Madrid desse 29/11/2010. E pobre de mim, que apostou no pobre Madrid. No pobre Mourinho. Mas, aliás, os que devem estar pior devem ser os madridistas. Loucos da vida.

Pra você, que ainda não se ligou no que eu quis dizer, digo agora então: um vareio escandaloso no templo catalão do futebol, o Camp Nou. 5 a 0! 5 a 0! Isso mesmo. Mas, como você, meu querido leitor, deve ser bem informado sobre o que rola no mundo do futebol internacional, você já devia ter ouvido essa notícia por aí, em um site qualquer. Porém, meu leitor, lhe darei a minha análise.

Barcelona 5 x 0 Real Madrid

Esperava outra coisa do time de Zé Mourinho. Algo diferente, como um Arbeloa entrando na equipe titular, empurrando Marcelo pra meia, mas o português não fez isso. Higuaín, com um hérnia de disco, não jogou. Então quem atuaria e teria a chance vinda do comandante lusitano era Karim Benzema. O francês que fez um dos gols da consistente França de Blanc sobre a Inglaterra, no triunfo francês por dois a um. Era ele mesmo, que ouviu que era um “dorminhoco” de Mourinho. Tinha, então sua chance.
Eu, então, pensava que a equipe da capital, se jogasse o que vinha jogando, levaria a peleja. Pois é. Pobre de mim. Como se não soubesse do que Iniesta, Xavi, Messi, Villa e cia. podem fazer…
Lá estava: Xavi com menos de 10 minutos da 1ª etapa de jogo. Depois veio o gol de Pedro. No segundo tempo, Villa, Villa e Jeffren completaram a sonora goleada: 5 a 0. Foi um soco.
É fundamental abordar que as jogadas saíram todas de infiltrações de atacantes do Barça. A movimentação de Iniesta pela esquerda, com Villa mais a frente, Pedro pela direita, com Xavi recuado pela direita e Messi mais flutuante, a defesa do Madrid se perdeu totalmente. Aliás, ela foi envolvida pelos suaves toques do time catalão, até se tornarem em gols. Foram 5.
Di María só tentou marcar o lado mais forte do Barça. O lado de Daniel Alves. Por isso, trocou de lado com Cristiano, mas em nada resultou. Özil, recuado, nada fez. Khedira e Xabi Alonso não conseguiam conter o meio-de-campo barcelonista. Xavi e Iniesta deitavam e rolavam. Messi, mesmo sem gol, fez o que sabe fazer.
De Messi, vamos pra Cristiano. De novo, apagado. Aliás, o time do Madrid foi apagado. Nem estava lá. Nem reparou os gols de Pedro e Jeffren, dois dos três “canteranos” que marcaram gols no Madri. Era só mais um recado para os torcedores do time da capital espanhola. Pobre torcedores.
À defesa madrilenha, meus pesâmes. Simplesmente não deu. Marcelo tinha a incômoda presença de Pedro e Xavi. Messi escapava de dois bons volantes – Alonso e Khedira. Ramos, atordoado. Villa jogou por ali, e triturou o jogo por ali. Não tinha jeito. Simplesmente.

Enfim, mais que uma partida. É o que diz o título do post, extraído de um documentário: “Barça-Madrid: Més que un partit.” E foi mesmo mais que uma partida, foi um espetáculo. Só que foi um time assistindo o outro jogar. E foram 5 gols, para só um time. Barça, Barça! Dá-lhe, Barça!

Xavi compõe o melhor time do mundo, ou até mesmo, um dos melhores da história

Xavi compõe o melhor time do mundo, ou até mesmo, um dos melhores da história


Por: Felipe Saturnino

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