Argentina 1 x 0 Brasil: o jogo do craque

Depois de muito tempo sem escrever no meu blog, volto hoje a escrever um post, e um post de grande importância: o post do clássico Brasil x Argentina.
Para a Seleção Brasileira de Mano Menezes, um teste para a nova geração que não resgata nada do treinador anterior. Para a equipe de Batista, outro teste para uma equipe que se renova lentamente e que apresenta muitos remanescentes do Mundial na África do Sul.

Era o jogo para um cara brilhar. Um jogo pra um cara que chama a responsabilidade jogar. Não era um jogo pra somente um desconhecido brilhar. Era o dia de um craque.
De um lado, o Brasil com dois laterais que dão um ótimo apoio com Daniel Alves na direita e André Santos na esquerda; com um meio-de-campo muito técnico com Lucas, Ramires e Elias, e também Ronaldinho, que voltou a ser um meia centralizado e não um atacante aberto pelos flancos do campo. Neymar abria por um lado e Robinho pelo outro mais ao ataque. Pato havia sido cortado, e fez falta. A defesa argentina não se comportou mal: Pareja e Burdisso fizeram boa apresentação (dentro do possível). Não é uma dupla como a brasileira, que apesar de cometer falhas, é muito boa tecnicamente, mas eles deram conta do recado. No meio-de-campo argentino, Mascherano era o primeiro homem – como é de praxe – Éver Banega e Pastore ficavam mais a frente em um atauqe que tinha Higuaín centralizado, Messi e Di María pelos lados do campo.
Aí que estava o nome do jogo, e o nome do futebol atualmente. MESSI não foi “tudo isso” no primeiro tempo, mas meteu uma bola quase que no travessão. E ele poderia decidir em qualquer lance, pudesse que fosse o minucioso espaço de domínio de bola do argentino natural de Rosário, ele poderia matar a partida em um toque ou chute ou outra coisa.
O Brasil tinha uma bola no travessão de Daniel Alves, Mascherano tinha jogado contra o patrimônio argentino em um lance mas era só. Neymar fez jogadas, e isso foi bom, ele tentou e tentou ir pra cima dos zagueiros argentinos. A saída poderia ter sido jogar mais pelo lado do frágil Heinze, que joga de lateral há tempos, mas nada resolve. Apóia sem muito sucesso e marca “até que nem tão mal assim”. Pela direita, Zanetti jogava e bem, por lá caiam Neymar que conseguiu fazer uma jogada e foi isso. O Brasil foi melhor mas tava 0-0.

Em um jogo com esse, tem que aparecer alguém diferente. Jogo de meio-de-campo, de marcação e muito truncado. Apareceu um que faz a diferença: Messi.
Como disse anteriormente, ele poderia ser o protagonista, e foi.
Douglas entrou no lugar de Gaúcho e perdeu a bola pra Lavezzi, que deu pra Messi, que levou, levou, levou e guardou. O jogo do craque foi digno de Messi. 1 a 0, nos últimos minutos, senão o último.
Messi passa por 3 e faz golaço: fim de tabu contra o Brasil

Para o Brasil, a perspectiva de um bom trabalho, um ótimo jogo do Brasil, que foi melhor, marcou melhor e teve mais chances. Só que o time do mais talentoso, mais habilidoso e mais cerebral venceu. E infelizmente, era o time da Argentina. Bola pra frente…

Por: Felipe Saturnino

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