Archive for janeiro, 2011

31/01/2011

Clássico B: estadual desvalorizado

Os torneios estaduais atualmente são dignos de nível genérico. Hoje, nenhum me chama muita atenção. Mesmo com jogadores badalados – como Rivaldo, Ronaldo, Roberto, Elano, Gaúcho – o formato de disputa de alguns é um pouco cansativo.

Aliás, a desvalorização chega a um ponto de se transformar um clássico de grandes dimensões em jogo de times B. Foi o que aconteceu ontem no Uruguai, na partida entre Inter e Grêmio.

Tudo bem que um time tem decisão da Libertadores no meio de semana, mas não se poderia dar um pouco mais de relevância a um Gre-Nal de incrível nobreza como é?

É isso que me chama atenção. Os estaduais, mesmo com alguns jogos interessantes, são cansativos. São torneios de pontos corridos, com segunda fase mata-mata – como o Paulista – onde a fase de classificação tem o mesmo número de times que um torneio de caráter nacional, como o Brasileirão. Que já é muito cansativo – mesmo sendo muito emocionante. No geral, o que eu quero dizer é que, a desvalorização do torneio estadual pode chegar a um ponto que as equipes atuem jogos antigamente, de extrema dignidade e importância, com seus times Bs. Isso é o mais triste.
Poderiam fazer algo diferente com os estaduais. Mudar o sistema de disputa e tornar o torneio um pouco mais atraente. Seria interessante. Ouço muito falar do tal sistema Copa da Liga Inglesa, com os grandes entrando em fases mais avançadas, mas pode haver algo melhor.
A paixão por um campeonato que, há tempos atrás, era de uma forma o mais atraente, hoje não é mais a mesma. Os estaduais são aceitos como uma fase de pré-temporada.

Para finalizar, quem ganhou o clássico foi o Grêmio, B.

Por: Felipe Saturnino

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30/01/2011

Vitória santista mostra os defeitos são-paulinos

Hoje, com a vitória santista, ficou exposto o que o São Paulo tem de pior.
Alguns defeitos que, com o tempo, podem ser solucionados, afinal, o time ainda se forma.

Mas além disso, o Santos mostrou eficiência. Aproveitou as chances que teve, diferente do adversário.

Mas enfim, o jogo está na análise.

O Santos mostrou a sua eficiência e também, evidenciou que é um time experiente, mais pronto do que a equipe são-paulina.

Primeiro, ambas equipes começaram com escalações relativamente ofensivas. O Santos, com dois volantes que sabiam jogar – Adriano e Possebon – mas que também voltavam pra marcar. E Elano e Róbson mas a frente, ora com um desses aberto, ou centralizado. O ponto fundamental foi a subida de Elano entrando na área são-paulina para abrir o marcador após um passe sensacional de Róbson: 1 a 0. A defesa são-paulina deu uma cochilada e não conseguiu deter o Santos.
Aliás, como ia o Sampa? Jogando com um meio-de-campo onde Souto era o vértice recuado e Carlinhos Paraíba aberto pela esquerda – fazendo um triângulo ofensivo muito perigoso, com Juan e Fernandinho, atuando pela esquerda do ataque – e pela direita Zé Vítor, revelação da base do tricolor. Fernandão caía pela direita, Dagol ficava mais centralizado. Mas foi Fernandinho que deu mais trabalho pelo lado de Pará. E foi o volante Adriano quem perseguiu o ponta do São Paulo em alguns momentos do jogo.
O jogo era bom. Só que o Santos fez o primeiro. E aí dificultou um pouco pro Sampa. Mas nada que abalasse, e foi isso que tornou o São paulo um pouco melhor no jogo por alguns momentos.
Só que ficou explícito o problema tricolor: o equilíbrio tático. Se de um lado os ataques eram frequentes, do outro eram escassos. Respectivamente, lados esquerdo e direito. O esquerdo com Fernandinho, e a dobradinha Juan e Paraíba. O direito tinha Jean, que mesmo estando adaptado à direita, não é lateral original. E tem atuado bem. É que seu lado não tinha tanta bola pra se jogar. Zé Vítor deu um chute a gol e não jogou nada de mais. Fernandão, que atuava por lá, também não fez uma jogada que mudasse a cara do jogo.

Depois, na segunda etapa, a jogada de perigo foi começou pela esquerda (!!) e terminou com Jean, chutando na trave e foi só. Isso expõe a carência do time de Carpegiani. Falta alguém para ajudar Jean e dar mais equilíbrio tático pela direita.

Para o Santos, foi o jogo. O time eficiente e bem montado mostrou maturidade durante o embate e fez mais um. Elano chutou, Ceni bateu roupa e Maikon Leite ampliou e matou no rebote.
Mesmo finalizando mais e criando mais chances, falta o equilíbrio ao São Paulo. Mais eficiência. Isso pode se arrumar durante a temporada, mas fica para se corrigir.

Na minha opinião, o homem do jogo: Elano voltou da Europa, jogou muito bem, fez o primeiro e participou do segundo.

Por: Felipe Saturnino

29/01/2011

Amanhã tem Sansão. E é interessante…

Interessante esse Sansão de amanhã. É um jogo não tão prevísivel assim – mesmo com a superioridade do Santos. Mas será bom ver como se portará o São Paulo no primeiro real desafio do ano.

O Santos é bom time. Mesmo sem Neymar e Ganso, tem jogado bem. É só olhar os resultados no Paulistão…

Enquanto isso, o Sampa tenta apagar o ano freguês que acabou de acabar, mantendo o tabu de não vencer o Corinthians, e vencendo o Santos apenas uma vez em 5 vezes jogadas.

Não sei o que vai realmente rolar. Eu tenho certeza que será um jogo bom. Pra mim, cheira um empate, mas o Santos pode levar ou o Sampa.

Depois do jogo vem a análise.
Quem leva?

Por: Felipe Saturnino

29/01/2011

O Show está aqui!

Geralmente, o show se centraliza. O show tem um lugar para manter as suas devidas atenções. No futebol, os artistas do show, os jogadores, tem maior visibilidade num maior palco, no caso a Europa.

Só que, de um tempo pra cá, as atenções mudaram um pouco. Óbvio que nós não podemos querer superar uma visibilidade maior do que dão pro Cristiano ou pro Messi. E acho que vai demorar muito mesmo se tirar toda atenção de lá e se centrar aqui totalmente. Mas temos que afirmar que, na verdade, temos um show diferente aqui. Jogadores consagrados estão voltando a seu habitat natural, estão voltando à sua terra natal.

Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos e Ronaldo são os clássicos exemplos. E não citei o Elano. Mas dos quatro primeiramente citados três – Riva, Ronaldinho e o Fenômeno – levaram o prêmio de melhores do mundo no período de uma temporada. A realidade é que, realmente temos um show aqui. E os artistas que nele atuam são bem pagos. Não são?

Engraçado dizer que esses citados já jogaram Copa do Mundo. Aliás, foram campeões. E há um tempo, nem se dizia uma volta deles pra cá. Agora tem um bocado desses aqui.
Será que virou moda? Quando Ronaldo, o primeiro desses jogadores de peso – e não é trocadilho – a chegar num time grande, outros foram começando a vir. Se falou muito ainda de Luís Fabiano, no Corinthians ou no São Paulo.

A questão é que, cada vez mais, jogadores consagrados, de grande repercussão lá na Europa estão começando a voltar, o que pode virar um pouco as coisas de cabeça pra baixo.
Será possível um dia que Cristiano Ronaldo ou até mesmo, o melhor, Messi, venham jogar aqui? Ou é muito sonho?

27/01/2011

Sem empolgar, sem criar, e o mais relevante: sem gols. Corinthians fica no oxo em casa

Não foi nada do que eu esperava. Nada mesmo. NEM um pouquinho. O Corinthians empatou em casa com o Tolima pela fase preliminar da Libertadores. Um jogo de ida em casa de extrema relevância, já que a volta será jogada na casa dos rivais.
E essa é a armadilha. Você empatar em casa pensando que terá uma chance na Colômbia do jeito que alguns devem estar pensando não é algo tão animador. NEM um pouquinho. Jogar do jeito que o Corinthians jogou é algo preocupante. Mesmo que seja começo do ano, e a equipe não esteja totalmente acertada, o jeito que o Corinthians jogou foi um pouco sofrível. Sem criar, sem tabelas, sem um elemento surpresa que fosse um volante – como fazia um tal de Elias há um não tão longo tempo atrás. E esse foi o maior problema. Num 4-2-3-1 inicial com Jucilei e Ralf como volantes e Bruno César compondo a linha de três à frente mais centralizado, com Dentinho pela direita e JH pela esquerda, e mais à frente Ronaldo. Essa linha de três fez um jogo deprimente. Não vi um chute a gol na primeira etapa. E na verdade, também não me lembro. As jogadas de maior importância foram de Ronaldo e Jorge Henrique, duas cabeçadas. Uma – a de Ronaldo – parou na mão do goleiro do time da Colômbia. Enquanto a outra saiu por pouco, pouco…
Enquanto isso ocorria íamos percebendo a boa atuação do time colombiano, que tocava bem a bola. Mas se era apertado, geralmente cedia. O ponto forte foram as bolas infiltradas pela defesa corintiana, uma defesa um pouco ingênua, que atuava de um jeito muito arriscado. Foram no mínimo umas três bolas infiltradas pela defesa da equipe alvinegra.
Na segunda etapa, o Corinthians não mudou, sofreu uma certa pressão com uns cinco minutos, mas depois começou a jogar melhor. Tocar melhor. Chutou umas bolinhas a gol – mesmo dizendo que não me lembrava, eles chutaram sim. O Tolima, porém, adminstrava o jogo, tocava a bola, e tentava alguma coisa. No primeiro tempo, poderia ter feito o primeiro, tirando o impedimento mal apitado por um desses bandeirinhas.
Enfim, Tite fez umas substituições. Um pouco questionáveis, não? Marcelo Oliveira no lugar de Roberto Carlos, – seis por meia dúzia – Edno por Bruno César – tudo bem – e Danilo por Dentinho. Eu, ao menos, achei um pouco questionáveis. Mas, realmente, a linha de 3 do meio-de-campo fez uma partida muito fraca para o nível.

No final das contas, o Corinthians foi mal, não fez nada diferente e não se esforçou para mudar a história deste primeiro capítulo. O nível da atuação é muito fraco para esse time, que mesmo tendo algumas carência, pode fazer um pouco mais. Tite, não tinha muitas opções, mas sinceramente não entendi sua troca de Marcelo Oliveira por Roberto Carlos. Não vi se o consagrado lateral pediu para sair. No geral, dou uma nota 5,5. O alvinegro poderia fazer mais, arriscar mais para sair vencendo. Mas jogou muito mal.
Agora para o Tolima, parece um bom resultado. Aliás, um ótimo. A equipe tem algumas fragilidades – como por exemplo, se for muito pressionada, deve ceder – mas conseguiu o que eu diria que não conseguiria. Um empate salvador. Porém, há um segundo jogo. No geral, dou uma nota 7,5 pro time colombiano. Empatou com um time mais forte, com mais técnica e muito experiente. E empatou fora de casa, talvez o fato mais relevante no fim das contas. E se vencer em casa, você sabe o final.

Ronaldo disse que foi uma jogo mais ou menos do Corinthians. Para mim, foi de menos.


Mas, AINDA HÁ A VOLTA.

Roberto Carlos diz "que não é para desespero". É preocupante


Por: Felipe Saturnino

25/01/2011

Amanhã é dia de Libertadores

E amanhã começa a Libertadores da América.
Amanhã o Corinthians estreia. Infelizmente, ainda não cheguei a ver nem um jogo do alvinegro paulista.

Uma coisa é certa, a equipe de Tite vai completa para o jogo no Pacaembu. E mesmo sem jogar barbaridades até o momento, a equipe é franca favorita para os dois jogos. Só tem que tomar um pouco de cuidado e se acertar. Ronaldo volta e pode fazer diferença, como sempre.

A questão é a perda significativa de Elias. O meia do Corinthians, um jogador que vai ser difícil de se encontrar do mesmo nível e que se encaixasse tão bem, com uma ótima chegada no ataque como elemento surpresa. As contratações de Fábio Santos e Luis Ramírez, e ainda a compra do zagueiro Wallace não cumprem todas as expectativas corintianas. Na verdade, o Ramírez ainda nem jogou pelo que eu sei. Resumindo, o Corinthians se enfraqueceu sem contratar um jogador do nível do vendido Elias, que agora vive na capital espanhola.
E ainda reforço: se o Corinthians passar pela fase preliminar, cairá em um grupo com Estudiantes e Cruzeiro. Satisfeitos? A vida é difícil, mas a vida de corintiano foi de sofredor. Eles vivem disso, no final das contas…

Por: Felipe Saturnino

23/01/2011

But why not?

Mas por que não? Essa é a pergunta que me faço agora.

Passei fazendo as mais diferentes leituras nos mais diferentes blogs, e vi as opiniões do formadores das mesmas. Óbvio que aqui, não vou redigir as palavras que os mesmos publicaram nos seus respectivos blogs, afinal, eu não teria a audácia de fazer isso, certo pessoal?
Prosseguindo, o assunto Rivaldo não pode ser o dez ideal. Por que? Um flashback.
Rivaldo em 2002 encostava mais em Ronaldo quando atuava, uma espécie de segundo atacante, deixando o comando do meio-de-campo para Ronaldinho Gaúcho. Certo. Isso pode resumir a ideia que os outros queiram realmente demonstrar. Mas, e se Rivaldo, de algum jeito, arrumar a cozinha do São Paulo? E, se de alguma maneira ele fazer com que o jogo do São Paulo seja mais organizado e definido taticamente. Por exemplo, ele pode atuar como a referência de um losango de meio-de-campo com Rodrigo Souto, Casemiro e Ilsinho saindo pela direita do meio-de-campo. E se der certo? Com Lucas, também entrando nesse time, e organizando um outro padrão tático. Mas por que não?
Enfim, só quero deixar minha opinião. Afinal, é só mais um pouco de futebol.

Por:Felipe Saturnino

21/01/2011

O 10 dos 38

Certo tempo atrás, na verdade, pouco tempo, Rivaldo afirmava que gostaria de voltar a jogar em um time para disputar o Campeonato Brasileiro. E então, ele disse que se dispôs a jogar pelo Palmeiras, mas, surpreendentemente, Luiz Felipe Scolari teria recusado Rivaldo na equipe palestrina. Aí foi o início de tudo.
Ontem o nome de Rivaldo veio a mídia, mas não seguido da palavra Palmeiras, e sim com a palavra São Paulo Futebol Clube. Talvez uma negociação ocorresse, mas, na verdade, era só um nome que surgia no mercado.
E então, por um motivo de repercussão, Rivaldo agradou a João Paulo de Jesus Lopes, que afirmou que tentaria a efetiva negociação do pentacampeão em 2002, recusado por Felipão.
Hoje, temos a informação concreta de que Rivaldo acertou com o São Paulo. O time que realmente precisa de um meia com as características de Rivaldo. Tudo bem, ele tem 38 anos. Mesmo assim, não duvidaria muito de seu potencial. Óbvio que ele não vai jogar o que jogava no Barcelona, mas é diferenciado e pode resolver algumas questões e carências no meio-de-campo tricolor.
É o dez dos trinta e oito anos. Finalmente, São Paulo, finalmente…
Rivaldo vai voltar, e pode satisfazer as expectativas

Por: Felipe Saturnino

17/01/2011

A procura do atacante perfeito

Depois do lamentável empate fora de casa contra o último colocado, – o Almería – a equipe do Real Madrid vai a procura de um atacante, o que pode movimentar o mercado de inverno na Europa.
Após a operação bem-sucedida de Higuaín, com uma hérnia de disco, o Madrid deve perder o atacante pelo resto da temporada. Mourinho já colocou as mangas de fora e foi a luta no mercado europeu.
Os possíveis atacantes que podem pintar no elenco madridista estão listados abaixo:

Adebayor: atacante togolês, bom jogador, mas não tem jogado pela equipe do City. Perdeu lugar com as chegadas de Adam Johnson e agora, Edin Dzeko. Mesmo assim, é uma boa opção, cumpre bem a função de um pivô.

Van Nistelrooy: a torcida madridista conhece bem esse. Ótimo atacante, faz muitos gols, porém – sempre há um porém – o Hamburgo não deve liberá-lo para jogar no time de ‘Mou’. Não é tão móvel e assim, seria legitimamente o centroavante.

Tévez: dispensa comentários. Ótimo atacante, que atualmente joga no City, vice-líder na Premier League. É o principal jogador da equipe comandada por Roberto Mancini, que seria a chave do negócio para o Real. Carlos Tévez não tem uma boa relação com o técnico. Isso pode ajudar em muito. Jogador que pode jogar tanto caindo pelos lados como centralizado. Ele custaria pouquíssimos 40 mi de euros.

Outros alvos do Madrid são Llorente e Agüero. O atacante do Bilbao seria uma boa pedida, mas o preço não é muito agradável, já que sua multa recisória é alta. Agüero é do rival mas também agrada.

Por: Felipe Saturnino

17/01/2011

Sobre a vitória são-paulina, goleada santista e gol olímpico corintiano… E a sina palmeirense

É somente a primeira rodada, muito cedo para tirar conclusões concretas de como será o Paulistão daqui pra frente. Mas a primeira impressão que fica é que três dos quatro grandes vem bem para buscar o título. O time que sobra é o Palmeiras. Mas vamos lá.

O time, ao menos para mim, que tem mais time pra ganhar é o Santos. Se reforçou bem, especialmente para a disputa da Libertadores. É o time a ser batido.

O Corinthians aparece em segundo, tem um time forte, se reforçou e manteve a base.

Para os tricolores paulistas, esperanças de talvez, a conquista de um Campeonato Paulista. A equipe, que atuou ontem contra o Mogi Mirim venceu por 2 a 0, fora de seus domínios. Ceni – que, de acordo com a FIFA fez seu 94º gol – fez o primeiro de pênalti e Marcelinho Paraíba fez o segundo após um cruzamento de Fernandinho. O time está longe de estar montado totalmente, precisa de alguns ajustes, mas o que eu vi foram as jogadas laterais bem feitas entre Juan e Paraíba. Juan é bom apoiador. Vai fazer diferença.

Aí tem o Palmeiras. Que empatou em casa com o Botafogo. 0 a 0. O negócio parece difícil. “E o Palmeiras não vai conquistar nada este ano”, foi o que disse Casagrande, na transmissão da Rede Globo. Por que? O fato é que a equipe não se reforçou com jogadores que podem mudar o time. Um meia de qualidade, ou mais um atacante para fazer dupla com Kléber. Mas um atacante possa jogar bem. Enfim, só foi a primeira impressão. É muito improvável que aconteça de um dos grandes ficar fora da fase final. Eu acho muiiiiiiito improvável. Mas se acontecer, acho que deve ser o Palmeiras. O que Casagrande disse é verdade: o time é o mesmo que fracassou no ano passado.

Quase ia me esquecendo, Roberto Carlos fez um gol olímpico no jogo contra a Portuguesa. E parece que a pré-temporada funcionou mesmo. 2 a 0.

Até o próximo post!

Por: Felipe Saturnino

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