Fórmula antibarcelonismo mostra que Barcelona não é invencível

A ideia de ser invencível ou imbatível deriva de um respeito enorme a um objeto que parece não ter pontos fracos.

No caso que hoje vem ao post do blog falamos do Barcelona, que é o melhor time que eu vi jogar até hoje. Óbvio que você pode argumentar e falar que tenho uns bocadinhos de anos, mas creio que você também não vai me contradizer, afinal, o Barcelona joga o futebol de maior qualidade – e isso envolve os aspectos como toque de bola, movimentação, dribles, habilidade em geral, etc. É o time a ser batido. E é um time “imbatível”, para mim, uma ideia que existe, mas óbvio, todo time tem seu ponto fraco.

Pois é. Por um certo tempo, questionávamos o que faríamos com o Barcelona. O que se faz com um time que sabe tocar a bola como só o Barcelona sabe, e quando perde a mesma, sabe recuperá-la de um jeito único? Como se faz para derrotar uma equipe que te pressiona e tem os melhores do mundo, que jogam o quase total de seu futebol quase sempre?

Depois de tanto falar sobre o Barcelona, e da ideia de sua “eterna invencibilidade”, podemos dizer agora que o Real mostrou o caminho de como deixar as armas do time catalão ao chão, após vencer a Copa do Rei, nesta quarta em Mestalla.
A fórmula, como citei no post anterior, era simples de ser pensada porém difícil de ser executada com perfeição. O jeito era avançar as linhas de marcação, marcar pressão, como havia feito o Arsenal nos primeiros minutos do duelo da ida das oitavas pela Champions League. O Real de Mourinho o fez e levou a partida desta quarta-feira, jogando muito futebol. Marcou certo, como poucos times. Criou chances e, em uma delas, deixou o gol. Cristiano Ronaldo marcou de cabeça após cruzamento de Di María, que havia feito tabela com Marcelo.

Depois de 18 anos sem vencer a Copa do Rei, Mourinho achou a fórmula antibarcelonismo e a implantou brilhantemente. Porém, mais brilhante ainda foram seus comandados que exerceram suas funções com quase perfeição. Diante de um poderosíssimo Barcelona, que ainda assim é o melhor time do mundo, o Madrid mostrou a que veio. Aliás, Mourinho mostrou a que veio. Assim como Cristiano que, finalmente, mostrou que sente a pressão mas joga muito apesar dela.

Real Madrid: o caminho que se abre,e que é festejado.

Depois de dois jogos da série Barça-Madrid, o time da capital abre vantagem com um triunfo importantíssimo. Porém, os confrontos mais importantes ocorrerão semana que vem. E quero ver o que vai ter pelo lado catalão.

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Por: Felipe Saturnino

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