Mano vai insistir

Não tem problema algum em manter uma proposta que, anteriormente, já falhou. Pode funcionar em um momento mais passado do trabalho, em que a seleção tenha mais conjunto. Mesmo assim, o padrão de Mano é aceitável.

Até pelo fato de os convocados terem a cara do esquema 4-2-3-1 de Mano. Ainda discordo – e muito – das não-convocações de Marcelo e Hernanes, mas Ralf faz uma ótima temporada no Corinthians como primeiro volante, no também 4-2-3-1 de Tite. Luiz Gustavo pode ser lateral, mesmo sendo um ótimo volante hoje do Bayern de Munique. Porém, este não será titular.
Na linha de principal do meio-de-campo, Neymar, Ganso e Robinho participarão do desenvolvimento do jogo. Pato deve ser o atacante, que se movimenta muito e por isso contrasta um pouco o dever do centroavante nato.

A equipe da melhor atuação de Mano jogou no mesmo 4-2-3-1, diante os Estados Unidos, no primeiro jogo da era do gaúcho. E o sistema é versátil o bastante para ser, hoje, o da moda na Europa e, por conseguinte, no mundo.

A preocupação não se dá somente ao time, mas principalmente a Mano. A sequência mais do que forte do Brasil pode acarretar uma série de mudanças no comando da Seleção brasileira.
O que não seria mais do que injusto – sabendo do nível dos adversários que o Brasil enfrentará.

Se Mano insiste em seu padrão, é porque tem ‘fé’ nele. E sabe que pode bater uma das seleções habitantes do 1º escalão mundial – a Alemanha, no caso.

Os alemães podem vir com: Neuer, Lahm, Howedes, Hummels e Aogo; Rolfes, Schweinsteiger, Götze, Müller e Podolski; Mario Gomez.

A equipe manterá o esquema preferido por Löw: o também 4-2-3-1.

Parece que Mano terá um trabalho mais do que duro nesta quarta, em Stuttgart.

Muito pelo fato de, se não ocorrer um resultado convincente, isto é, diferente de uma vitória ou uma outra perspectiva melhor, ele poderá sofrer com a permanência na Seleção. Seguidamente, pode-se acarretar uma demissão mais do que precoce ao atual técnico da equipe.

E se isso ocorrer, o trabalho vai-se iniciar de um ‘nada’ novamente. Assim como Mano Menezes começou o seu, diante os Estados Unidos, há um ano ou algo do tipo.

Mano - insiste no esquema e pode ter trabalho ameaçado por medir força com figurões do futebol atual

Por: Felipe Saturnino

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