Vida longa à Szczesny

O Arsenal está se desmontando em peças de valor muito pequeno. A equipe já deixou de ter Cesc Fàbregas e Samir Nasri, jogadores badalados, talentosos, técnicos e fundamentais para o francês comandante dos Gunners, Arsène Wenger.

Pois com a filosofia do francês, de somente revelar e não consolidar o jogador, – de fato – o Arsenal pena um título há 7 anos.

Nada que influenciasse os comandados de Wenger para serem derrotados pela Udinese. O resultado ao Arsenal foi satisfatório, pois está nos grupos da Champions.

Jogando em um 4-2-3-1 inicial, o time de Wenger se modificou. Mais um jovem, Frimpong, se juntou aos Gunners. Com Ramsey como meia central do meio-de-campo com três meias ofensivos, o Arsenal reunia Gervinho e Walcott como meias mais extremos no campo.
O marfinense, Gervinho, fez seu melhor jogo com o Arsenal. Porém, ainda precisa de uma atuação mais estável e regular, com mais prós do que contras. A atuação de hoje foi uma demonstração do que ele pode fazer – sim, ele pode um pouco mais. Walcott, apesar de seu gol, precisa cessar com acontecimentos que culminam em perda de chances, como aquela que Handanovic – o bom arqueiro esloveno – pegou, após uma das duas ótimas jogadas de Gervinho pela esquerda.
A segunda boa foi a que gerou o gol de Van Persie, o atacante com o maior faro de gol no time. O tento foi o de empate, pois antes, Di Natale mostrou como se faz um gol de cabeça bem feito. O avante italiano tem técnica de centroavante sobrando.

O jogador da Udinese – que repetia o 4-1-4-1 da terça anterior, com saída de Armero pela esquerda – tem tudo que um centroavante precisa. Não seja por isso, foi o goleador das duas últimas temporadas do campeonato italiano.
Mas aquele penal não poderia ser perdido. Sim, Di Natale perdeu um pênalti aos 13 minutos da etapa complementar.

Ao Arsenal, a classificação tira Wenger da corda bamba. O francês vive um momento delicado no cargo da equipe londrina e, pode sim, sair do lugar que a ele hoje pertence. Mas a este ponto da temporada uma negociação não é tão provável assim.

E Wenger deve agradecer muito ao brilhante arqueiro Szczesny. Pois se Di Natale perdeu – e não poderia perder – não foi pelo fato de ter batido mal. Longe disso. Szczesny saltou para pegar a cobrança. Vida longa a ele.

Szczesny - vida longa ao polonês

Por: Felipe Saturnino

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