Archive for ‘Copa do Mundo’

16/07/2010

A seleção ideal, dos melhores e dos piores da Copa

É, vamos logo acabar como o assunto Copa do Mundo 2010.

Posto aqui a minha pior seleção e a melhor, e com isso será o último post sobre essa Copa.

A MINHA SELEÇÃO IDEAL DA COPA DO MUNDO 2010

Iker Casillas – goleiro da Espanha, dou esse título a ele pelo fato de ter salvo a Fúria na final, e também em outras partidas do Mundial da África do Sul, como contra o Paraguai; apesar disso, Casillas era bastante e constantemente criticado antes da Fúria passar para as oitavas-de-final.

Philipp Lahm – lateral-direito da Alemanha, foi impecável – pelo menos para mim – no apoio e na marcação, e era um jogador fundamental no esquema de Joachim Löw. Foi a sua segunda Copa, a segunda muito bem jogada. Para mim, foi o melhor nessa posição superando até mesmo Sergio Ramos.

Gerard Piqué – zagueiro da Espanha, foi um jogador extremamente consistente, constante e consciente na campanha da La Roja; é um zagueiro que tem uma qualidade que o torna superior aos outros, que é a de sair jogando, e em jogadas aéreas raramente falha.

Per Mertesacker – zagueiro da Alemanha, é técnico e fez dupla com Friedrich na África do Sul; é um zagueiro técnico e raramente errou nessa Copa, e outro fato a relatar é que ele raramente perdeu uma bola aérea nesse Mundial; para mim, faz uma boa dupla com Piqué na seleção da Copa.

Jorge Fucile – lateral uruguaio, arrumou a defesa da Celeste durante a disputa do torneio internacional; foi bem na marcação e no apoio, e com isso, Tabárez mudou o esquema de jogo do Uruguai, o que levou a Celeste ao quarto lugar no Mundial.

Sergio Busquets – volante da Espanha, foi impecável na proteção a sua zaga, desarmando jogadores e propondo contra-ataques; além disso, soube sair jogando nas partidas e fez uma ótima Copa do Mundo pela Fúria, e para mim foi o melhor nessa posição.

Bastian Schweinsteiger – volante da Alemanha, além de ir bem na marcação armou jogadas de gol, e ainda deu um passe em um gol aonde ele passa por 3 defensores da Albiceleste, um golaço contra a Argentina; foi eficiente na Alemanha, apesar de não ter brilhado realmente aonde se precisava, – contra a Espanha – mas jogou muita bola e merece o posto de um dos melhores da Copa nessa posição.

Xavi Hernández – meia da Espanha, jogou tudo o que sabe na Copa, tocando a bola, lançando-a, chutando-a, driblando, e fazendo o simples, o que o torna mais dono dessa vaga. É extremamente técnico e na Espanha, geralmente, atuava centralizado. Ótimo jogador.

Thomas Müller – meia da Alemanha, o jovem de 20 anos marcou 5 gols nessa Copa do Mundo e deu 3 assistências; foi essencial na Alemanha e faltou ele contra a Espanha, pois o time germânico necessitava de mais força ofensiva; para mim, foi o melhor na posição.

Diego Forlán – atacante do Uruguai, foi o “cara” para a Celeste, e não foi por qualquer coisa que levou a Bola de ouro. Fez 5 gols no Mundial e curiosamente, no Uruguai, ele não jogou na posição de atacante, e sim como um jogador que atua atrás dos atacantes, como um meia-atacante. Apesar disso, não crucifique esse jovem blogueiro por ter colocado Forlán como um atacante aqui.

David Villa – atacante da Espanha, Villa fez 5 gols no Mundial, entre a segunda rodada e as quartas-de-final. A dependência dele na Fúria era gigante, e ele foi parte de uma grande porcentagem de gols da Espanha na Copa, pois de 8 gols feitos, Villa fez 5 e deu passe para um. É técnico e matador, duas qualidades essenciais para um centro-avante que atrai a bola para perto de si.

Técnico: Oscar Tabárez

BALANÇO: ESPANHA = 5 jogadores na seleção ideal;
ALEMANHA = 4 jogadores na seleção ideal;
URUGUAI = 2 jogadores e o técnico na seleção ideal;
Esquema: 4-4-2 ou 4-3-3, a gosto do leitor

A MINHA SELEÇÃO IDEAL PÉSSIMA DA COPA DO MUNDO 2010

Robert Green – goleiro da Inglaterra, falhou grosseiramente no jogo contra os Estados Unidos, o que prejudicou muito a Inglaterra na Copa.

Jonas Gutiérrez – lateral-direito da Argentina, quase matava os torcedores da equipe de Maradona do coração; jogou muito mal o primeiro jogo contra a Nigéria, no segundo tomou um amarelo e não jogou o terceiro por suspensão e daí não atuou mais; lateral improvisado, jogou horrivelmente mal.

Nicolas Otamendi – zagueiro da Argentina, pode não ter atuado como zagueiro na Copa, mas Maradona escalou sua defesa com 4 zagueiros; ele jogou muito mal contra a Alemanha, após fazer a falta do gol, errar no gol e deixar as costas livre para dois gols da Alemanha, e com isso foi muito, muito, muito mal nesse Mundial.

Wiliam Gallas – zagueiro da França, não conseguiu render o que vinha sendo no Arsenal, e foi mal no Mundial.

Patrice Evra – lateral-esquerdo da França, além de brigar com o preparador físico, foi outro que não conseguiu render tudo o que poderia no Mundial. Errava passes tolos e não conseguia ser o Evra do Manchester Utd.

Felipe Melo – volante do Brasil, foi do céu ao inferno em um jogo, dando passe pra gol, se desentendendo com Júlio César e pisando em Robben. Para mim, se desestabilizou emocionalmente e não soube o que fazer como o Brasil, aliás ele foi o reflexo da Seleção Brasileira. Pesou o emocional.

Frank Ribéry – meia da França, não jogou nada do que podia e naufragou com o navio.

Yoann Gourcuff – meia da França, foi outro que naufragou com o navio francês e sinceramente, era um jogador que eu esperava muito pelo fato de ter levado o Bordeaux até as quartas-de-final da Champions League. Foi expulso contra os anfitriões e não rendeu o que pôde.

Cristiano Ronaldo – atacante português, o craque luso não mostrou o que podia fazer, pois além de não ter jogado tudo o que sabe, o esquema de Carlos Queiróz de um atacante solitário o desfavoreceu. Fazer o que? Ele mereceu o posto na pior seleção.

Anelka – atacante francês, não fez o que devia fazer: gols; sem comentários, a França não foi bem.

Wayne Rooney – atacante da Inglaterra, não jogou nem 20% do que pode jogar; sem comentários.

Técnico: Raymond Domenech

BALANÇO: FRANÇA = 5 jogadores e o técnico na pior seleção da Copa;
INGLATERRA = 2 jogadores na pior seleção da Copa;
ARGENTINA = 2 jogadores na pior seleção da Copa;
PORTUGAL = 1 jogador na pior seleção da Copa;
BRASIL = 1 jogador na pior seleção da Copa.
Esquema: 4-1-2-3

BALANÇO DA COPA DO MUNDO 2010: 145 gols em 64 jogos; média de 2,27 gols por jogo. Público foi de 3 178 856, média de 49 669,6 pessoas por partida.

O MEU MELHOR JOGADOR DA COPA (e da FIFA): DIEGO FORLÁN; repensei nessa decisão pelo fato de que Forlán levou o Uruguai até as semi-finais, marcando 5 gols em 7 jogos; ele mereceu a Bola de Ouro.

Por: Felipe Saturnino

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12/07/2010

Os personagens da Copa: de polvo Paul à Jabulani

E aí? Pra vocês, meus leitores, quais foram os personagens do Mundial, o primeiro no continente africano?

Gente, é complicado. Tivemos muitos personagens.
Você lembra das reclamações sobre essa personagem aqui?

1) A Jabulani: É, a Jabulani foi sem dúvida um dos personagens dessa Copa. Antes do começo do Mundial na África do Sul, ela já era reprimida. Coitadinha. Falavam que ela era sobrenatural.
O arqueiro brasileiro Júlio César acabou com a Jabu: “Essa bola é horrível, parece com aquelas que você compra em supermercado.”
Ah, Júlio. No final das contas, você falhou e não teve nada a ver com a Jabu. Com isso, o que tenho a dizer é que definitivamente a Jabulani foi uma das personagens desse Mundial.

2) Diego Armando Maradona, El Pibe D’oro: Dieguito também foi outro que atuou bem. Mesmo saindo mal na Copa, perdendo da Alemanha por 4 a 0, Maradona cumpriu sua meta. Não era estrategista, e deu um show fora dos campos, vibrando, sofrendo, gritando, xingando, chutando… Pra mim, é claro que faltou um técnico para a Argentina, mas quem disse que ele era? Era um ótimo motivador, que carinhosamente beijava seus comandados. Pode ser um pouco estranho, mas El Pibe pareceu ter unido a equipe argentina. Foi bem.

3) O polvo Paul, vidente das águas: Esse polvo ganhou o bolão da firma. Um gênio de futebol, acertou todos os seus palpites dados. 8 chances, 8 acertos. Ele previu até o mais imprevisível, por exemplo: o gênio Paul previu a vitória da Sérvia contra a Alemanha…. até parece que ele vai acertar! No final das contas, ele acertou. Jovanovic deu a vitória a Sérvia.
Com 100% de aproveitamento, Paul vai se aposentar de barriga cheia, e sem dúvidas é um dos personagens da Copa.

4) A terrível e temível vuvuzela: “Pensei que fossem moscas varejeiras”, foi o que disse o nosso Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Quando estava assistindo um jogo de Copa das Confederações, ele procurou as moscas, porém, enganado, Lula recebeu a informação de que o som vinha de vuvuzelas.
Irritante? Eu acho que tem prós e contras. Primeiro, é um negócio legal pelo fato de que todo mundo pode mostrar sua alegria. Só coloquei o nome de “A terrível e temível vuvuzela” por outro lado, o contra a vuvuzela; diz-se que não é possível ouvir o companheiro dizendo algo pra um outro, pois a vuvuzela não permite. Mas eu não joguei, então não tenho muito a dizer nesse tópico sobre vuvuzela.

5) A arbitragem “horrorível” nessa Copa: Dois erros marcaram a arbitragem desse Mundial: o gol de Lampard invalidado contra a Alemanha, – a bola entrou 33 centímetros! – e o impedimento de Carlitos Tévez contra o México – ele estava em uma banheira gigantesca, que só faltava sabonete pra tomar um banho.
Esses erros foram terríveis mesmo.
Alemanha 4 x 1 Inglaterra: a Alemanha fez dois a zero, Upson descontou de cabeça e equilibrou a partida. Se o gol de Lampard fosse validado, seriam dois a dois e o segundo tempo teria sido diferente, pois provavelmente as duas equipes estariam mais cautelosas, não gerando contra-ataques, que foram as armas dos dois gols de Müller no English Team.

Argentina 3 x 1 México: o México marcava bem o time de Maradona, que não conseguia atacar, e o time mexicano tinha ao menos chutado duas bolas perigosas. Após o erro no gol de Tévez, o time de Javier Aguirre pareceu se perder psicologicamente, e tomou outro gol de Higuaín, pouco tempo depois. Tévez fez mais um e Hernández descontou. Se o gol não fosse validado, a história do jogo e da Copa poderia ter sido diferente.

Por: Felipe Saturnino

11/07/2010

Holanda 0 x 1 Espanha: 120 minutos para o 1º título mundial

Final de Copa do Mundo é coisa séria. Muito séria.

Nesta tarde 11 de junho de 2010, vemos algo novo para a Copa do Mundo. Um novo campeão entra para a lista que antes era de 7 seleções e hoje, é de 8 equipes.

A Espanha, no começo da partida pressionava a equipe holandesa. Todos sabem que Heitinga e Mathijsen se atrapalham com qualquer pressãozinha, e com isso, Van Bommel e De Jong tinham que voltar para buscar o jogo. Mas também haviam chutões holandeses.
Enquanto isso, a Holanda não apertava tanto a equipe espanhola, que tinha certa liberdade. Mesmo sem tanta pressão, a equipe se atrapalhou e Kuyt teve a chance para a Holanda abrir o placar, mas chutou mal para o gol de Casillas.
Uma falta na direita e Ramos cabeceia para a defesa de Stekelenburg, e na volta Piqué tenta mas não consegue chutar pra o gol. Era um começo bom para a Fúria. Cruzamento de Xabi Alonso e Villa chutou. Pela rede do lado de fora. 0 a 0. Espanha mais no jogo.
A partir dos 15 minutos, a Espanha deu maior liberdade para sair jogando à Holanda que ainda não tinha chegado com perigo ao gol de Iker. Liberdade era o que os holandeses queriam.
Robben não dava tanto trabalho a Capdevila. Caía demais até então. Só que uma jogada em que ele passou por três mostrou que ele queria jogo.
Escanteio batido pelo próprio Robben, e a jogada holandesa que podia ter gerado mais perigo. Van Bommel deu para Mathijsen que engrossou de vez. Bola murcha Mathijsen!
A Espanha não estava tão bem quanto estava no começo. Eram lançamento para Villa no começo, e agora a equipe se desesperava um pouco, parecia não querer a bola como antes. A Holanda gostava do jogo. No fim da primeira etapa, Robben arriscou e quase tirou o placar oxo no Soccer City.
Segundo tempo começava em Joanesburgo. Será que 45 minutos seriam suficientes para definir o novo campeão mundial?
É. Erros de passe. Mas o jogo estava aberto.
A Espanha tinha chances pelo alto com Ramos, enquanto a Holanda tinha uma chance com Robben, que quase fez o dele. Em passe de Sneijder para o atacante holandês, Casillas salvou os espanhóis. Ninguém queria ser campeão mundial.
Depois, Robben ganhou na corrida com dois espanhóis, levou a bola, mas Casillas salvou de novo. Chances contam demais nessas horas. E foram desperdiçadas.
Um time iria ganhar a Copa. Mas com tantas chances perdidas, parecia que ninguém queria ganhar.
Fim de 90 minutos. Após chances perdidas, pressão, ambos os times estavam exaustos.
No primeiro tempo a Espanha marcava a saída de bola holandesa, com 4 jogadores, e após 15 minutos isso parou de ocorrer. A Holanda apertou um pouco, na segunda metade da primeira etapa, e nada de gol.
Segundo tempo, a Holanda tentou e teve duas chances. A Espanha teve chances também. Os times tinham liberdade, e não conseguiram.
É prorrogação.
Chances desperdiçadas também. Fabregas que entrou no final do segundo tempo perdeu uma chance preciosa para entrar na história do futebol espanhol. Recebeu passe de Ini, e chutou no pé de Stekelenburg. Depois, Casillas saiu mal e Mathijsen quase botou pra dentro. Quase…
É…jogo complicado, final de Copa do Mundo. Van Bronckhorst, o “senhor” da partida, de 35 anos já tinha ido embora para a entrada de Braafheid. Por lá ia Sergio Ramos, que exercia bom apoio. Era o adeus de Gio para os jogos de Copa do Mundo. Muito bom jogador esse lateral-esquerdo era.
É. Quando alguns pensavam em penalidades, Fabregas deu passe a Iniesta, que chutou cruzado e deu um lugar ao novo G-8 do futebol Mundial. España, España, España…

Iniesta: gol histórico para a Espanha


Chances perdidas de Navas, Villa, Ramos e do próprio Iniesta não fizeram falta. As duas de Robben fizeram muita falta a Laranja de Marvwijk.
Gol histórico, que deu o selo à nova potência do futebol. Agora, além de Brasil (campeão em 1958, 1962 ,1970, 1994 e 2002), Itália (campeã em 1934, 1938, 1982 e 2006), Alemanha (campeã em 1954, 1974 e 1990), Argentina (campeã em 1978 e 1986), Uruguai (campeão em 1930 e 1950), Inglaterra (vencedora em 1966), França (venceu em 1998), temos a Espanha, ganhadora do Mundial hoje, na África do Sul.
Foi merecido.

Taça na mão: Espanha entra no grupo das oito seleções que ganharam o Mundial


Ficha do jogo: Holanda 0 x 1 Espanha
Gol: Iniesta, aos 11 minutos do segundo tempo da prorrogação.
Cartões amarelos: Van Persie, Van Bommel, De Jong, Van Bronckhorst, Heitinga, Robben, Van der Wiel, Mathijsen (Holanda); Puyol, Sergio Ramos, Capdevila, Iniesta, Xavi (Espanha).
Cartão vermelho: Heitinga (Holanda).
Local: Soccer City em Joanesburgo – Horário: 15h30 – Data: 11/07
Árbitro: Howard Webb (Inglaterra) – Assistentes: Darren Cann (ING) e Michael Mullarkey (ING) – Público: 84.490
Holanda: Stekelenburg, Van Der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst (Braafheid); Van Bommel, De Jong (Van Der Vaart) e Sneijder; Kuyt (Elia), Robben e Van Persie. Técnico: Bert Vam Marvwijk.
Espanha: Casillas, Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Xabi Alonso (Fabregas), Busquets, Xavi e Iniesta; Villa (Torres) e Pedro (Jesus Navas). Técnico: Vicente Del Bosque.

Ao final do jogo, capitão Casillas comemora


Sem dúvidas, o homem da partida foi Iniesta. Simplesmente, ele fez o gol do título mundial da Espanha.

Campeão em grama inglesa, Rafa Nadal foi a África do Sul para ver a Fúria campeã


Uma observação rápida: essa final de Mundial foi a mais faltosa das história. Pela quantidade de cartões amarelos, você pode reparar.

Por: Felipe Saturnino

11/07/2010

Uruguai 2 x 3 Alemanha: duas falhas e dois gols

Essa partida de 3º lugar não foi nada ruim. Foi boa, disputada pelas duas equipes.
Nessa sábado em Porto Elizabeth vimos a volta de jogadores importantes nos esquemas dos técnicos, que se tivessem jogado as semi-finais, poderiam ter reescrito a história de hoje no Mundial.

Quem abriu o placar foi a Alemanha. Que até então, fazia uma boa partida.
Schweinsteiger chutou, Muslera bateu roupa e espalmou para frente, um erro técnico gravíssimo de goleiro. No rebote, Müller só botou pra dentro.
O que aconteceu foi que, pouco tempo depois o Uruguai em um contra-ataque botou pra dentro. 1 a 1. Gol de Cavani, após passe de Forlán.

O jogo ficou meio morno, sem boas jogadas.
Porém, no segundo tempo, veio o gol do jogo. Arevalo aos 5 do segundo tempo cruzou rasteiro para Forlán, porém a bola veio quicando, e aí Forlán pegou bonito de voleio. Celeste 2 a 1.

Mas o jogo era equilibrado. Ninguém era melhor que ninguém.
Aos 11 minutos gol de Jansen, após cruzamento de Boateng e falha de Muslera. E outra falha. 2 a 2. Prorrogação?
Que nada. No final da partida, após um pouco de pressão da Alemanha, e confusão na área uruguaia, o volante de 23 anos Khedira, de cabeça empurrou pra dentro da baliza do goleiro Muslera.
Para Muslera que vinha fazendo uma boa Copa do Mundo, foi uma péssima despedida de Mundial. Mas na realidade, o Uruguai fez uma bela Copa. Tabárez teve que arrumar seu time durante a Copa, então valeu pelo lugar entre os quatro melhores. E o Uruguai perdeu ambas as partidas por 3 a 2 apertado. Uma ótima Copa para a Celeste uruguaia.
Para a Alemanha, não foi total decepção. Afinal pela 3ª vez consecuitva em Mundiais, a Alemanha está entre as quatro melhores seleções do mundo. A pena é que o tetra mundial não veio.
O que fica de bom para os germânicos é que além de estar entre as quatro melhores do mundo, eles possuem uma geração sensacional para a Copa de 2014 aqui no Brasil. Özil, Müller, Khedira, Schweinsteiger etc.
A tradicional Alemanha ainda está entre as melhores. Parabéns para o Uruguai.

Ficha do jogo: Uruguai 2 x 3 Alemanha
Gols: Müller, aos 19 minutos do primeiro tempo; Cavani, aos 28 do primeiro tempo. Forlán, aos 5 do segundo tempo; Jansen, aos 11 do segundo tempo; Khedira, aos 37 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Aogo, Cacau e Friedrich (Alemanha); Pérez (Uruguai).
Local: Nelson Mandela Bay em Porto Elizabeth – Horário: 15h30 – Data: 10/07
Árbitro: Benito Archundia (México) – Assistentes: Hector Vergara (Canadá) e Marvin Torrentera (México) – Público: 36.254
Uruguai: Muslera, Fucile, Lugano, Godín e Cáceres; Pérez (Gargano), Arevalo Rios e Maxi Pereira e Forlán; Suárez e Cavani (Loco Abreu). Técnico: Oscar Tabárez.
Alemanha: Butt, Boateng, Mertesacker, Friedrich e Aogo; Khedira, Schweinsteiger, Müller e Özil (Tasci) e Jansen (Kroos); Cacau (Kiessling). Técnico: Joachim Löw.

Homem do jogo FIFA: Thomas Müller
Meu homem do jogo: Thomas Müller

Ah, meu palpite para a final é para a Espanha. Mas tudo pode acontecer hoje.

Por: Felipe Saturnino

10/07/2010

Por que a Holanda será campeã?

O time holandês mudou, desde a última final em 1978 até essa final de amanhã.
Em 74 e 78 a Holanda perdeu suas finais, porém tinha times encantadores que demonstravam um futebol de altíssimo nível. O time de 74 participou da grande revolução tática no futebol, aonde todos os jogadores em campo trocavam de posições.
Nesse ano de 2010, a Laranja não demonstra o futebol encantador de 74 e 78, mas é um time que chegou na final também. E é mais consciente, pelo fato de que troca grandes goleadas por uma vitória. É mais pragmática e eficiente, e por isso está onde está nesse Mundial.
Um time que pode não ter a defesa mais completa de todas, mas tem um bom zagueiro – Mathijsen – e dois bons laterais – apesar de que Van Brockhorst não tem tanto gás para apoiar, mas Van Der Wiel realiza bem essa função na direita.
O meio-de-campo é muito bom, com De Jong e Van Bommel, e mais a frente o articulador Sneijder. Meio-de-campo muito completo, que sabe marcar, faz uma boa saída de jogo e tem um jogador muito bom, que é Sneijder.
O ataque tem Robben, Kuyt e Van Persie. Robben caindo pela direita, Kuyt pela esquerda e Van Persie centralizado mas se movimentando.

Na verdade, essa final será uma das melhores. Dois times que vinham jogando bem a algum tempo comprovaram seus favoritismos.
Agora, uma nova seleção entrará para o hall de vencedores da Copa do Mundo. Resta saber quem será: Holanda ou Espanha?

Por: Felipe Saturnino

09/07/2010

Por que a Espanha será campeã?

Esse novo futebol espanhol mostrou tudo o que se esperava, em uma partida “difícil” contra a Alemanha.
Um time que adora tocar a bola, e ficar com ela nos pés.
Se puder, vai tocando até dentro do gol, pelo fato de que a Espanha não arrisca chutes a gol normalmente.
O time espanhol é muito talentoso, e como muitos apontavam sua defesa como frágil, agora estão vendo que esse termo é extremamente dispensável. A Espanha é sólida defensivamente, com Puyol e Piqué, mais o protetor de defesa que vai fazendo uma ótima Copa, Sergio Busquets.
O meio-de-campo é forte, que além de Busquets possui Xabi Alonso ,- segundo volante – Xavi – meia de articulação – e Iniesta, meia que atua aproximando-se dos atacantes. É um meio-de-campo muito bom – talvez o melhor da Copa do Mundo.
O ataque é bom, mas é com Pedro. Torres não está bem e Pedrito deve jogar na final ao lado do matador Villa.

Por: Felipe Saturnino

07/07/2010

Parabéns aos finalistas!

A melhor geração da história da Fúria vai atingindo seu objetivo de chegar à primeira final de Copa do Mundo. Um time que carrega jovens talentos e a experiência de alguns jogadores.
No começo, após a derrota contra a Suíça, todos voltavam a dizer que a Espanha tinha um time que amarela. E essa fama a Fúria ia carregar até a primeira conquista do Mundial.
Mas os espanhóis não se abateram e engrenaram 5 vitórias, chegando à tão esperada final de Copa do Mundo.
O melhor é que nessa final do Mundial deste ano, teremos uma equipe que sempre teve bons jogadores como campeã do planeta bola.
Um time já reúne grupo de bons jogadores há tempos, e faz parte da maior revolução tática que o futebol já teve. Claro que eu estou falando de 1974 – com Cruijff, Neskens e Rep – e também de 1978, – aí já sem Cruijff – que também formou boas equipes em 1994 e em 1998 – quando travou duas batalhas contra o Brasil. A Holanda de hoje não é show mas é um time que joga futebol em um nível alto e é muito eficiente, além do mais tornou-se fria e troca goleadas por um futebol mais consciente.
A Espanha forma ótimos jogadores, mas efetivamente essa é a única equipe em que todos alegam que pode ser campeã, com total certeza da Terra. Um time com jovens talentos e velhos conhecidos – como Casillas e Puyol. É a melhor geração espanhola, e eles têm que aproveitar a chance, aonde reuniram seus jogadores e partiram ao título mundial, a fim de conquistá-lo pela primeira vez.

Mas enfim, as duas equipes são ótimas e merecem aplausos.
O bom vai ser ver um novo campeão e uma nova potência realmente, efetivamente entrando para o futebol mundial.

Por: Felipe Saturnino

07/07/2010

Alemanha 0 x 1 Espanha: vitória com cabeça

Em um jogo que a Espanha mostrou tudo o que sabe sobre futebol, e a Alemanha fez um jogo atípico, – pelo menos em relação a esse Mundial – o time de Vicente Del Bosque alcançou a sua 1ª final de uma Copa do Mundo na história dos Mundiais.

No primeiro tempo, a Espanha já era superior, tocava bem a bola e queria mais jogo, enquanto a equipe dirigida por Joachim Löw não tinha as mesmas ambições. A Alemanha parecia querer jogar apenas no contra-ataque.
O time de Löw fazia uma linha de 4 defensores, sendo que Lahm era o lateral-direito que mais avançava e Boateng na esquerda, tinha Sergio Ramos para marcar e Pedro encostava também naquele lado do campo.
No meio, Schweinsteiger não fazia boa partida – errava passes e era marcado – e Khedira também não. A equipe ainda tinha Trochowski na direita que chutou uma bola perigosa no gol de Casillas e na esquerda como sempre Podolski – que também ajudava Boateng na marcação de Sergio Ramos – subindo ao ataque frenquentemente – e na de Pedro; Özil atuava centralizado e era o jogador que mais encostava em Klose.
A Espanha tinha além de seus dois laterais abertos – porém Capdevila subia bem menos do que Ramos – Busquets protegendo a defesa e Xabi Alonso o segubdo volante mais a frente; Iniesta jogava na esquerda e parecia pela direita haviam vezes, e Xavi jogava mais centralizado, com Pedro pela direita – dando trabalho para Boateng e Podolski – e Villa mais a frente fazendo o papel de Torres, no banco.
Na primeira etapa a Espanha levou perigo em uma cabeçada de Puyol e a Alemanha teve um chute de Trochowski.
Na etapa complementar, a Alemanha parecia voltar com a mesma estratégia: esperar por espaços para armar seu contra-ataque mortal.
O que acontece é lógico: se você não tem a bola, não tem o contra-ataque; a Espanha permanecia com a bola nos pés, e tocava livremente, virava o jogo, chutava, se a bola voltasse era da Espanha e no momento, era óbvio que o gol espanhol era apenas questão de tempo. Frequentes subidas de Pedro e Ramos na direita traziam pesadelos para Boateng, enquanto na esquerda Iniesta partia pra cima de Lahm. Villa não aparecia muito pois não atuava na sua posição original, e na marcação a Espanha ia bem também: Busquets não errava um passe se quer e protegia muito bem a sua defesa.
De tanto insistir por terra, o gol do caminho para a final foi de cabeça: Puyol subiu alto, alto mesmo, para cabecear pro gol de Neuer e era 1 a 0 Espanha. O time espanhol jogava muito bem, tocando a bola e mereceu o gol.

Puyol sobe muito e chuta com sua cabeça: 1ª final da Espanha em Copas


Vendo o resultado desfavorável, e com apenas uma substituição que podia ser usada – pois Löw já trocara Boateng por Jansen e Trochowski por Kroos – o técnico alemão resolveu colocar Mario Gomez e tirar Khedira. Será que dava?
Parecia que não. Pedro pôde perder uma chance, foi fominha demais, não deu o passe a Torres que tinha entrado a pouco tempo, – o que mataria o jogo – dando uma chance a equipe alemã. Porém a Alemanha não conseguiu nada após essa chance perdida de Pedro. Era um time que jogava um futebol de alto nível contra uma equipe que não soube jogar como estava jogando anteriormente, e precisava jogar do jeito que jogava. A Espanha consagrou o toque de bola nessa partida, tocando passes rapidamente e sendo muito ofensiva em seus ataques. A Alemanha? Esperava mais da equipe alemã. Löw deve ter falado para os jogadores: ”Podemos ganhar na hora em que bem entendermos. Ganhamos da Inglaterra e da Argentina de 4. A Espanha, bem, podemos também.”

Löw errou ao optar por esperar pelo contra-ataque; resultado: derrota


Klose? Não apareceu. Deve ter chutado umas três bolas, mas todas sem perigo. A bola não chegou também. Özil não conseguiu render o que estava rendendo ao decorrer das partidas. Trochowski deu um chute perigoso e só. Subiu algumas vezes ao ataque mas nada que levasse perigo. Schweins? Nada. Marcado e errando passes, não fez boa partida. Foi o dia da Espanha. Dia histórico.
Fim de partida: jogadores da Espanha comemoram
Ficha do jogo: Alemanha 0 x 1 Espanha
Gol: Puyol, aos 27 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Nenhum.
Local: Moses Mabhida em Durban – Horário: 15h30 – Data: 07/07
Árbitro: Viktor Kassai (Húngria) – Assistentes: Gabor Eros (Húngria) e Tibor Vamos (Húngria) – Público: 60.960
Alemanha: Neuer, Lahm, Friedrich, Mertesacker e Boateng (Jansen); Khedira (Mario Gómez), Schweinsteiger, Podolski, Özil e Trochowski (Kroos); Klose. Técnico: Joachim Löw
Espanha: Casillas, Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso, Xavi; Iniesta, Pedro e Villa. Técnico: Vicente Del Bosque.

Homem do jogo FIFA: Xavi
Meu homem do jogo: Busquets

Por: Felipe Saturnino

07/07/2010

Klose: a esperança de gol alemã

14 gols em Mundiais não é para qualquer um, já que essa proeza é referida apenas a 3 jogadores: Gerd Müller, Ronaldo e o próprio Klose.

A história de Klose é estranha. Jogando pelo Bayern de Munique, apesar de seu time ter feito uma ótima temporada – sendo vice-campeão europeu e conquistando a Bundesliga – Klose não fez uma boa temporada. Pra falar a verdade, ele fez uma péssima temporada, tanto que não se tinha tanta certeza se ele seria titular na África do Sul. A briga era entre ele (Klose), o brasileiro naturalizado alemão Cacau e Mario Gómez.
Quando a Copa começou para a Alemanha, todos esperavam uma vitória alemã contra a Austrália, mas não do jeito que foi. Uma goleada para o lado alemão. 4 a 0. Klose fez gol, típico de seu habitat: a área adversária.
Na segunda partida, Klose foi atípico. Foi expulso aos 36 minutos da primeira etapa e saiu vaiado. Jogo horrível para o centroavante alemão.
Voltou nas oitavas-de-final, em jogo difícil contra os ingleses. Mas, brilhou a estrela de Klose e a Alemanha venceu, e bem. Klose fez o primeiro – na pura força e determinação de seu atacante matador – com Podolski fazendo o segundo, e Thomas Müller fazendo os outros dois gols na vitória por 4 a 1 – em um jogo de um erro fatal que prejudicou os ingleses.
Nas quartas, jogo complicado com a Argentina. Resultado? 4 a 0 para a equipe alemã, com Klose marcando duas vezes e provando que pode muito bem passar Gerd Müller e também Ronaldo. Afinal, um cara que quase não jogou no Bayern de Munique, fez pouquíssimos gols em seu time, vai pra uma Copa do Mundo e joga muita bola. Alguém duvida dele?

David Villa

Villa é a esperança de gol da Espanha, e terá o confronto contra Lahm na lateral-direita da Alemanha. Tem sido o maior destaque da Espanha no Mundial e, na verdade, é bem mais técnico que Klose – pelo menos para mim – só que Klose, apesar de não ser tão habilidoso sabe se posicionar na área e nisso se destaca.
A Villadependência aumentou demais, pelo fato de que o outro atacante, El Niño Torres, não passa por uma boa fase na seleção espanhola, – podendo até mesmo ser substituído da equipe titular – fazendo com que Villa seja o finalizador principal da equipe da Espanha.
Se Villa fizer um gol hoje, será o artilheiro isolado da Copa com 6 gols, já que ele e Sneijder tem 5 gols no torneio.

Por: Felipe Saturnino

06/07/2010

Alemanha x Espanha

Em duelo de europeus válido pela semi-final da Copa do Mundo de 2010, Alemanha e Espanha se enfrentam, reeditando a final da Euro 2008. Naquela ocasião, os espanhóis venceram por 1 a 0, com gol de El Niño Torres.
Conheça as armas e as formas de jogo dessas duas equipes que, derrotando ótimas equipes durante a fase mata-mata da Copa do Mundo, são favoritíssimas a ganhar o torneio.

A Alemanha de Joachim Löw é uma equipe que mudou, sem o meia Ballack e hoje, pelo menos para mim, é a melhor seleção do mundo.
Sem Ballack, Löw foi forçado a mudar a forma de jogar de sua seleção, a tornando mais ofensiva, com três atacantes – Müller, Podolski e Klose – e com ótima saída de bola, com bons volantes e um meia de criação jovem – Özil, de 21 anos. A defesa também é segura, com Friedrich e Mertesacker – dois bons zagueiros, que nas jogadas aéreas raramente falham – o capitão Phillip Lahm – lateral-direito que oferece apoio e tem grande capacidade de marcação – e na esquerda o destro Jermoe Boateng, que substitui Badstuber, que foi mal no jogo contra a Sérvia.
O que ocorre é o seguinte: amanhã, Thomas Müller não jogará pois está suspenso, então resta saber quem jogará. Muitos falam que será Cacau, e com isso, Löw não perderia a quantidade de atacantes, porém Cacau não é igual a Müller; haverá perda de velocidade e Cacau no Sttutgart atua com centroavante, e deverá encostar mais em Klose.

Suas armas: Sem Müller, a equipe alemã terá Özil como seu grande armador ao lado de Schweinsteiger – outro grande jogador alemão – e não podemos esquecer do artilheiro Miroslav Klose, que amanhã pode se tornar o maior goleador da história das Copas do Mundo

Sua forma de jogar: 4-3-3 deve permanecer, mesmo sem Müller. A equipe alemã terá Podolski aberto pela esquerda, Özil sendo centralizado e Cacau deve encostar mais em Klose. A defesa consistente e segura não deve ter mudanças baseada em dois zagueiros – Friedrich e Mertesacker – na direita Lahm, lateral que sabe apoiar porém marca eficientemente e Boateng na esquerda que não sobe para o ataque então ajuda mais defensivamente.

Sem dúvidas, Klose é uma das armas para a Alemanha


Agora é a Fúria de quem iremos falar. Uma equipe que preza o toque de bola e valoriza a posse da bola. Porém é uma equipe, pelo menos hoje para mim, dependente de David Villa. Tanto que dos 6 gols da Espanha na Copa do Mundo 5 foram do Villa. O que acontece é que El Niño Torres não está em uma fase boa. Na verdade, está numa fase péssima. Além de não ter deixado sua marca no Mundial da África do Sul, Torres não tem feito bons jogos na equipe espanhola. Opções para substituí-lo não faltam: Pedro, Llorente, Silva…

Suas armas: Atualmente, Villa é o jogador em destaque da Fúria, que é um dos artilheiros da Copa do Mundo, porém há outros grandes jogadores em seu time. Um exemplo é o meia Iniesta, que também não mostrou toda sua maestria nos campos da África do Sul

Arma espanhola, Villa é um dos artilheiros da Copa com 5 gols


Sua forma de jogar: A Espanha joga em um 4-4-2, em que Villa fica aberto pela esquerda e Torres (se jogar) fica mais centralizado, porém abre o jogo pelas pontas; Iniesta é o meia que articula as jogadas ao lado de Xavi, enquanto Busquets é o primeiro homem de marcação e Xabi Alonso é segundo volante que aparece mais no ataque. A defesa tem uma dupla muito boa – Piqué e Puyol – e nas laterais, a Espanha possui Sergio Ramos – lateral que apóia muito, porém seus cruzamento muitas vezes não são dos “melhores”, e é zagueiro de origem – e na esquerda possui Joan Capdevila, lateral do Villareal, que não aparece muitas vezes no ataque e fica mais para cobrir o espaço deixado por Villa, e também coberto por Xabi Alonso.

Löw (à esquerda) terá confronto decisivo contra Bosque (à direita)


O meu palpite para o jogo: Alemanha

Ficha da partida: Alemanha x Espanha – Durban no Moses Mabhida
Horário: 15h30

Árbitro : Viktor Kassai

Prováveis escalações :

Alemanha – Neuer, Lahm, Friedrich, Mertesacker e Boateng; Khedira, Schweinsteiger, Özil; Podolski,Cacau e Klose. Técnico: Joachim Löw

Espanha – Casillas, Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso, Xavi e Iniesta; Villa e Torres. Técnico: Vicente Del Bosque

Por: Felipe Saturnino